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PAINEL DA FOLHA

por feldades, em 04.09.15

PAINEL DO LEITOR DA FOLHA DE S. PAULO

 (texto integral)

 

26/08 
Em relação à carta do leitor Alessandro Alves de Souza (Painel do Leitor, 25/8), a Secretaria da Educação do Estado esclarece que valorizar a educação é prioridade. Hoje, 98,7% dos alunos com sete anos já sabem ler e escrever, um ano a menos do que a meta nacional. Índices como o Idesp mostram avanços em todos os ciclos de ensino. Nos Anos Iniciais, o crescimento é de 20,2% na comparação entre 2010 e 2014. A política de valorização ainda garante aos docentes oportunidade de evolução funcional como a valorização pelo mérito, que permite reajustes anuais de 10,5% e pagamento de bônus por desempenho.
Valéria Nani, assessora de imprensa da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (São Paulo, SP)

 

28/08
Não é verdadeira a informação dada por Valéria Nani, da Secretaria de Educação de São Paulo, de que os professores paulistas têm "reajuste anual, por mérito, de 10,5%". A prova, que dá acesso a tal promoção, é trianual e essa promoção atende a um número exíguo de docentes. Isso devido a critérios cada vez mais excludentes impostos pela pasta.

Felipe de Moura Lima, professor (Amparo, SP)

 

30/08
Em relação à carta do leitor Felipe de Moura Lima (Painel do leitor, 28/8), a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo esclarece que a prova de Valorização pelo Mérito possibilita, além de um aumento salarial, um crescimento na carreira dos professores. Feito anualmente, o exame possibilita aumento de 10,5%, concedido aos profissionais aprovados, dentro dos critérios amplamente divulgados. Somente nesta edição, mais de 73 mil docentes da rede estadual farão a prova.

Valéria Nani, assessora de imprensa da Secretaria da Educação do Estado (São Paulo, SP)

 

31/08
A assessora da Secretaria Estadual da Educação, Valéria Nani, continua desinformando (Painel do Leitor, 30/8). As provas de promoção por mérito são anuais, mas os professores que a fazem com êxito têm de cumprir interstício de três longos anos para um novo certame. Ainda: "critérios amplamente divulgados" não significam necessariamente critérios justos.

Felipe De Moura Lima, professor da rede estadual (Amparo, SP)

 

                                      

*****

 

O leitor deste blog, se é que ainda o tenho, tire suas conclusões. Se o governo do estado de São Paulo, através dos gestores da Secretaria da Educação, mente desavergonhadamente sobre coisa tão banal como evolução funcional, o que dizer de algo mais complexo como verbas, contratos etc. etc. etc.? O pior nessa bagaça é a crise de representatividade. A Folha de S. Paulo publica provocação aos professores, de uma ‘assessora’ do PSDB, e não aparece um líder sindical para replicá-la?! É claro que o PT está irrecuperavelmente bichado, e a CUT sem norte nem leste, mas o sindicato deveria ser mais aguerrido.

 

Não é à toa que Geraldo Alckmin está cada vez mais pimpão na mídia. Sem Pedra de Tropeço, ele faz e fala o que quer. Durante a mais longa greve na educação paulista, naqueles já distantes meses de março, abril e maio, Alckmin dizia que somente em julho é que negociaria. Julho passou, atravessamos agosto, estamos em setembro e nada. Novidadeira mesmo só sua afirmação, também não rebatida, de que “o PT é uma praga que deve ser exterminada”. Coisas do gênero podem ser ditas no boteco – entre um conhaque, um torresmo e uma cachaça – pelos ébrios. Mas nunca por quem se diz democrata e tem fumos de estadista. Não é, seu Geraldo?

 

FILIPE

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2 comentários

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De Renato Pires de Godoy a 04.09.2015 às 18:11

Realmente nós já nem temos o que falar a respeito da educação em nosso país. Parece realmente um setor sem nenhuma importância, as escolas viraram "depósitos" de crianças e adolescentes que em muitos casos estão totalmente desorientados e indisciplinados, e ao mesmo tempo com crianças e jovens que desejam agregar conhecimentos e que são brutalmente feridos no seu direito de aprender para não terem chance de concorrer com filho de engravatado. Nessa existem alguns profissionais que ficam "na sombra e na água fresca" sem nenhuma preocupação com o aprendizado de seus alunos, fazendo o famoso: fingir que ensina e fingir que aprende. A classe tem dificuldade de se unir devido à visão individualista e consumista que avançou como metástase na sociedade atual.
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De Everton Souza a 12.09.2015 às 00:52

Gostei do seguinte trecho: "'critérios amplamente divulgados'" não significam necessariamente critérios justos. É atroz a subjetividade e parcialidade que são empregadas nas correções dessa tal prova do mérito - me refiro à redação. É sempre quase impossível tirar nota na redação, ouso dizer que se Machado de Assis fizesse essa redação ele teria dificuldade para angariar aumento de salário.
É um descalabro o que o Estado de São Paulo tem feito com a nossa preciosa educação. E o Governo o faz porque diante dele encontra-se uma sociedade alienada e letárgica.

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